Após 25 anos trabalhando com marketing no setor de ciências biológicas, achei que já tinha visto todas as versões da conversa sobre "transformação digital". Mas a pesquisa mais recente da LINUS e da SelectScience revela algo que deveria preocupar todos os líderes de marketing do nosso setor: nós fundamentalmente não entendemos o que nosso público valoriza.
Vamos ser sinceros: ciência nem sempre é a leitura mais fácil para dormir. De vias de sequenciamento de proteínas a fluxos de trabalho CRISPR, a linguagem da inovação científica pode ser um pouco... densa.
Neste episódio, Sarah Ballard, Diretora da agência kdm communications, utiliza sua experiência de mais de 20 anos em marketing B2B científico, técnico e médico para destacar como as Relações Públicas evoluíram de uma função de apoio para um diferencial estratégico, especialmente nos complexos cenários da biotecnologia e da indústria farmacêutica. Ouça este podcast esclarecedor para saber mais sobre o assunto.
Sem dúvida, em uma era de sobrecarga de informações, destacar-se é mais desafiador do que nunca, especialmente nos mercados de ciências da vida e saúde.
O marketing orientado por dados é a prática de usar insights mensuráveis para informar, executar e aprimorar suas campanhas. Trata-se de melhoria contínua e de substituir suposições por evidências.
Esta sessão com um painel de especialistas, apresentada por Annabel Sedgwick, proprietária e diretora-geral da kdm communications, reúne editores de renome para discutir como navegar com sucesso no atual cenário midiático em constante evolução. Nosso painel de especialistas conta com: Andy Myall, da Pathology in Practice; Rob D'Angelo, do LabX Media Group; e Jack Rudd, da Technology Networks. Juntos, eles exploram como as prioridades editoriais estão mudando.
Mesmo depois de 25 anos no marketing de ciências biológicas, ainda me surpreendo com o fluxo contínuo de novos conhecimentos científicos e inovações que tornam o mundo um lugar melhor...
O marketing nas ciências da vida não se resume a compras por impulso ou promoções chamativas.
Se há uma coisa que aprendi ao longo de muitos anos de marketing científico, é que nenhum setor está imune ao poder das mídias sociais – nem mesmo o da saúde.
O escritório de comunicação da kdm fica a um passo da histórica cidade de Cambridge, e muitos de nós temos a sorte de chamar esta região de lar. A cidade universitária é há muito tempo um polo de inovação, pesquisa e empreendedorismo, tornando-se o ambiente perfeito para o desenvolvimento de empresas científicas e tecnológicas. Mas o que uma empresa científica pode fazer?